O Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Brasil, completou 52 anos de história neste domingo (1º), com uma festa no Largo da Tieta, em Salvador.
A programação especial começou às 19h e incluiu shows da Band’Aiyê, da banda Orísun e do bloco afro Muzenza.
O evento também apresentou o tema que o bloco levará para o Carnaval de 2027, além de promover a Feir’Aiyê, que destaca empreendedores negros.
Comemorando sua trajetória desde 1974, o Ilê Aiyê é um símbolo de valorização da cultura negra no Brasil, atuando em diversas áreas para promover a igualdade racial.
Programação da festa
O Ilê Aiyê 52 anos será celebrado com grande entusiasmo neste domingo (1º), no Largo da Tieta, localizado no Pelourinho, Salvador. A festividade terá início às 19h e contará com performances da Band’Aiyê, da banda Orísun e do bloco afro Muzenza.
Dentre as atrações do evento, destaca-se a apresentação do Mais Belo dos Belos, que revelará o tema que será abordado durante o Carnaval de 2027. Essa programação reflete não apenas a história do Ilê Aiyê, mas também sua contribuição contínua à cultura afro-brasileira.
Tema para o Carnaval de 2027
Durante o evento de comemoração dos 52 anos do Ilê Aiyê, o tema para o próximo carnaval será anunciado, o que promete gerar grande expectativa entre os foliões. Esse momento é uma oportunidade para os integrantes e simpatizantes do bloco celebrarem as tradições afro-brasileiras e reafirmarem a importância da cultura negra no Brasil.
O Ilê Aiyê é um dos ícones no fomento da cultura afro, sendo fundamental na luta pela valorização das raízes africanas da comunidade. Essa festividade, portanto, será um espaço para refletir sobre a identidade e a resistência cultural.
Feir’Aiyê e empreendedorismo negro
A programação do evento conta também com a Feir’Aiyê, uma feira dedicada ao empreendedorismo negro, que funcionará das 15h30 às 22h30. Este espaço é voltado especialmente para o apoio e fomento a negócios liderados por mulheres negras, abrangendo segmentos como moda, beleza, literatura e artesanato.
Entre os expositores confirmados estão marcas como Baobá das Pretas, Salomão Acessórios, Ofá Agué e Negra Li Amigurumi, além de iniciativas como o Instituto Mãe Hilda Jitolu e a Boutique do Ilê Aiyê. Essa feira não apenas promove produtos de qualidade, mas também reforça a importância da representatividade e do fortalecimento da economia negra na região.



