No último domingo, 25, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, manifestou sua insatisfação com a redução da oferta de ônibus em Salvador durante o segundo turno das eleições presidenciais.
Em entrevista à rádio A Tarde FM, realizada na quinta-feira, 29, o governador declarou que percorreu a cidade e constatou a falta de transporte público, além de criticar a viagem do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, a Paris.
Jerônimo Rodrigues apontou que, por volta das 11h do dia da votação, as reclamações sobre a ausência de coletivos predominavam nas conversas sobre as eleições, evidenciando o impacto da falta de ônibus na mobilização dos eleitores.
Crítica à redução de ônibus
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), fez uma duríssima crítica à falta de ônibus em Salvador, que se intensificou durante a realização do segundo turno das eleições presidenciais, ocorrido no último domingo, 25. Em uma recente entrevista à rádio A Tarde FM, o governador relatou que ao percorrer a cidade, constatou diversos problemas no transporte público, levando-o a defender ações imediatas para aumentar a disponibilidade de coletivos.
Jerônimo destacou que, em torno das 11h do dia da votação, a conversa que antes estava centrada nas urnas rapidamente passou a se concentrar nas reclamações sobre a ausência de ônibus. “Rodei a cidade e vi que não tinha transporte”, foi uma das declarações enfatizadas por ele, que clamou por soluções para garantir que os eleitores conseguissem se deslocar adequadamente até os seus locais de votação.
Repercussão na sociedade
A repercussão da falta de ônibus em Salvador foi imediata e gerou insatisfação entre os cidadãos, que expressaram sua frustração nas redes sociais. Muitos usuários de transporte público relataram que encontraram dificuldades para chegar aos locais de votação, o que pode impactar o comparecimento às urnas. Essa situação evidenciou a fragilidade do sistema de transporte na capital baiana, especialmente em momentos críticos como o dia das eleições.
A crítica ao governo municipal também se intensificou, uma vez que a gestão pública é responsável pela coordenação do transporte coletivo na cidade. A falta de planejamento e de uma oferta adequada de ônibus levantou questionamentos sobre a eficiência das políticas implementadas, especialmente em tempos de grande demanda como o período eleitoral. A situação clama por uma análise mais profunda sobre a mobilidade urbana em Salvador e a necessidade urgente de melhorias.
Além disso, a viagem do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, a Paris, durante a realização das eleições, somou-se ao descontentamento geral, com a população se perguntando sobre a prioridade do gestor em momentos tão cruciais. A junção desses fatores criou um clima de insatisfação que pode refletir nas próximas decisões políticas acerca da mobilidade na cidade.



