Nos dias 20 e 21 de novembro, Salvador será palco da oitava edição do Festival Afrofuturismo, que ocorrerá no Pelourinho. O evento reunirá artistas, pesquisadores, empreendedores e ativistas para discutir a contribuição das culturas afro-indígenas na construção de novos futuros.
Com o tema “Os Algo-Ritmos das Florestas”, o festival ocupará a Casa Vale do Dendê, o Largo Tereza Batista e a Praça Quincas Berro d’Água. A programação incluirá debates, palestras, música, oficinas, exposições e rodadas de negócios.
Entre os convidados destacam-se a futurista Grazi Mendes, a cantora indígena Kaê Guajajara, o ativista Kumi Rauf e o ganês DARKITO 1. As mesas de debates abordarão questões como inteligência artificial, sustentabilidade, ancestralidade e tecnologia.
Programação e atividades do festival
Nos dias 20 e 21 de novembro, Salvador vai sediar a oitava edição do Festival Afrofuturismo, que será realizado no Pelourinho. O evento, que tem como tema “Os Algo-Ritmos das Florestas”, ocorrerá em vários locais, incluindo a Casa Vale do Dendê, o Largo Tereza Batista e a Praça Quincas Berro d’Água, oferecendo uma programação rica em debates, palestras, oficinas, performances musicais e exposições.
As mesas de debates terão como foco temas atuais e relevantes, como inteligência artificial, economia criativa, sustentabilidade, empreendedorismo e ancestralidade. Haverá espaço para a apresentação de startups e a realização de rodadas de negócios, visando a conexão entre empreendedores e potenciais investidores.
Convidados especiais e temas de debate
Entre os mais de 35 convidados confirmados estão figuras de destaque nacional e internacional. A futurista Grazi Mendes, reconhecida pela ONU, vai participar junto a outros convidados importantes, como a cantora indígena Kaê Guajajara, o ativista Kumi Rauf, idealizador do movimento I Love Being Black, e o artista ganês DARKITO 1.
A programação completa do festival incluirá painéis voltados para a discussão de como a tecnologia e a cultura podem se entrelaçar para construir um futuro mais inclusivo e sustentável. Temas como o valor da bioeconomia e a importância dos modelos de negócios que respeitam a biodiversidade estarão em pauta, proporcionando uma reflexão profunda sobre o papel das culturas afro-indígenas na formação de novas narrativas sociais e econômicas.



